Williams: “Perdemos o caminho em algumas áreas críticas”

Por Dan Chandller

 

Para muitos comentaristas de Fórmula 1, a Williams vive sua pior fase na sua história. A equipe “lendária’ que já possuiu a melhor tecnologia e talvez o melhor carro da história na Fórmula 1, hoje a equipe está segurando a vela no final do grid de largada.

Hoje na imprensa o diretor técnico da equipe, “Paddy Lowe”, fez uma autocrítica sobre seu trabalho.

A equipe que tem seu quartel general em Grove, possui um carro deficiente em várias áreas, de modo que a imprensa inglesa está criticando a equipe e o péssimo trabalho nesta temporada.

Com apenas quatro pontos no campeonato de construtores após cinco corridas, “Paddy Lowe” não quis jogar a culpa em cima dos seus colegas.

Ele próprio está convencido de que o seu trabalho não está a altura de uma equipe histórica como a Williams, mas aponta que irão continuar a desenvolver o carro durante a temporada, a fim de voltar para o pelotão intermediário:

“Temos que aceitar que não fizemos um bom trabalho. Eu não fiz um bom trabalho para alcançar o nível correto de melhoria. Trabalhamos 12 meses e temos muitas coisas que devem ser respondidas ainda”, disse Lowe em entrevista ao site oficial da Fórmula 1.

“Montamos um planejamento com a equipe, um programa de recuperação para que o carro volte ao nível que pretendíamos alcançar. Está programado a evolução do carro na metade da temporada. Eu não posso garantir nada. Perder o caminho em algumas áreas críticas, que agora passamos a entender”, acrescentou.

“O carro não é bom o suficiente, não é como deveria ser. Existem alguns problemas que descobrimos e estamos muito ocupados, trabalhando ao máximo para resolver esses problemas”.

“Infelizmente, nenhuma solução foi introduzida no momento, e é por isso que sofremos bastante na pista em Barcelona, ​​onde o desempenho do carro é implacável.”

“Não vamos dar como perdida a temporada, vamos trazer melhorias no devido tempo. Você vê que o ritmo de corrida é muito ruim. Isso ocorre porque há algo que está alterando a capacidade dos pilotos de aproximar o carro do limite”.

“Há muitas coisas boas sobre o carro que ele ainda não pôde ser mostrado, porque ele tem algumas correções para ajustarmos em aspectos particulares”, concluiu Lowe.

 

**** Nota da Start Racing F-1

 

– O primeiro passo para a Williams se recuperar é fazer como a Ferrari em 2015 e 2016. O time Italiano adotou a metodologia e a estrutura organizacional “horizontal” na equipe, onde todos os componentes do quadro técnico podem dar suas opiniões, sugestões, e todos estão interligados dando feedback para a evolução do carro e de “toda a equipe”.

– Abaixo leia a matéria onde mostra que dar oportunidade aos novos talentos da engenharia italiana, mantendo o time unido, foi a chave do sucesso para a Ferrari voltar a vencer na Fórmula 1:

https://startracingf1.wordpress.com/2017/12/19/ferrari-mantem-sua-equipe-tecnica-em-2018-e-junto-a-eles-o-mago-da-aerodinamica-rory-byrne/

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