Michael Schumacher: “Há 25 anos atrás Schumacher vencia sua 1ª corrida de F-1 em Spa na Chuva, batendo Senna, Mansell e Patrese.”

Por Dan Chandller by Autosprint:

Sábado, 29/08/1992, Ayrton Senna dizia no paddock em Spa-Francorchamps, referindo-se ao retorno de seu grande adversário após o ano sabático:

“Prost não queria correr contra mim em um mesmo carro, ele sabia que seria difícil. E é triste, porque estamos falando de negócios, mas também sobre esporte.”

Dia após correrem no Grande Prêmio da Bélgica , a quinta em um período conturbado para a McLaren que estava atrás da Williams de Nigel Mansell e Riccardo Patrese, em Spa o britânico estava a frente e conseguiu a décima pole da temporada, à frente de Senna, porém o mais surpreendente foi a 2ª fileira onde apareceu o jovem talento Michael Schumacher, que no ano anterior em 1991, conseguiu a façanha de largar em 7º com uma Jordan sem nem conhecer um carro da F-1, nem tendo pilotado em Spa.

Em Magny Cours Schumacher foi severamente repreendido pelo campeão brasileiro Ayrton Senna, furioso por ter sido atrapalhado na primeira curva, Senna muito nervoso apontou para a cara de Schumacher que se conteve e abaixou a cabeça ignorando Ayrton Senna. Entre os dois pilotos houveram outros desacordos, no Brasil o Alemão havia criticado publicamente acusando Senna de ter diminuído o ritmo, e daí se tornou uma luta interna entre os dois pilotos.

 

Em Spa Ayrton Senna levou uma vantagem inicial, mas que logo foi retomada pelos pilotos da Williams. Começou a chover e o ballet dos pit stops deixou muitos pilotos confusos, Senna continuava em um bom stint na esperança de que o asfalto secasse rapidamente, e quando ele decidiu trocar já era tarde demais. Finalmente a pista secou e os primeiros pilotos voltam e colocam os pneus slicks, Schumacher realmente brilhou na escolha, enquanto a Williams hesitou, e a hesitação foi fatal: O jovem piloto Alemão se manteve na liderança e venceu sua primeira corrida da carreira, ficando a frente de Mansell, Patrese, de Brundle e seu companheiro de equipe Ayrton Senna. Michael Schumacher falou:

“Eu não posso descrever minhas emoções, disse Schumacher encharcado de champanhe durante a coletiva de imprensa pós-corrida. Hoje, quando eu estava no meu motorhome senti que podia vencer esta corrida. E eu estou feliz por vencer não porque outros tiveram acidentes ou problemas com o carro, eu ganhei esta corrida sozinho.”

Essa vitória foi a primeira de várias e dos vários títulos vencidos por Michael Schumacher, piloto a qual se tornou o de maior sucesso da História da Fórmula 1.

Mercedes: “A Ferrari é a grande Surpresa do ano e não mostrou todo seu Potencial.”

Por Dan Chandller by Mercedes AMG F-1 e Speed Week.

Apesar dos problemas da Ferrari com o furo no pneu de Vettel e a bolha, manchão que soltou a borracha do pneu de Raikkonen em Silverstone, não expressaram todo o rendimento da Ferrari com suas novas evoluções aerodinâmicas e de motor. A Mercedes e seu Chefe de Equipe Toto Wolff tem sérias dúvidas de que na Hungria iriam ver o verdadeiro desempenho e poder da Ferrari:

“Eu acho que nós não vimos a velocidade completa da Ferrari em Budapeste, Vettel com problema na hidráulica da direção e na coluna da direção e suspensão, camuflou o ritmo real da Ferrari antes da primeira parada para a troca dos pneus, analisamos que Kimi Räikkönen estava incrivelmente mais rápido que os demais pilotos.”

Para Toto Wolff, outra razão a qual a Ferrari não mostrou seu real desempenho, foi ver Max Verstappen conseguindo chegar na Mercedes e Ferrari no final da corrida, e Fernando Alonso fazendo a melhor volta no grande prêmio.

Toto Wolff, confiante, falou que a Mercedes vai lutar corrida atrás de corrida:

“Para mim não importa onde estamos no meio desta temporada, foi bom ter uma boa folga sendo líder no campeonato de construtores, mas ao mesmo tempo não conseguimos chegar na liderança no mundial de pilotos. Vamos lutar uma corrida após a outra, temos algumas corridas que poderemos ir bem, mas a Ferrari para mim é a grande surpresa do ano. Foi impressionante ver o quanto eles evoluíram nesta temporada” concluiu Wolff.

Rádio Paddock …. Vettel, Ferrari, Grosjean, Alonso, Honda e etc …. “As Últimas Noticias e Fofocas da F-1.”

Por Dan Chandller by FIA Press.

Como todos sabem a F-1 está de férias, mas nos bastidores e entre os Jornalistas, Articulistas e Blogueiros as informações não param, leia abaixo o resumo das principais “fofocas” nos bastidores da F-1:

  • Sebastian Vettel escondendo o jogo, especulam-se que ele está fechado com a Mercedes para 2019, visto que nem com uma oferta ambiciosa da Ferrari ele aceitou renovar por 3 anos com a equipe Italiana.
  • A Ferrari ciente do jogo de Vettel já anda conversando com Daniel Ricciardo e Max Verstappen, a Squadra Italiana também já aspira a promoção de Leclerc para o lugar de Kimi Raikkonen.
  • Romain Grosjean tomou um “baita puxão de orelha” visto de suas reclamações constantes na HaasF1 e por ele não se acertar com todo tipo de mudança dos freios no seu F-1, mandaram Grosjean falar menos e “trabalhar mais”.
  • A Honda com a nova atualização Spec 4 estava animada, porém analisando os adversários colocaram o pé no chão e já falam que vai melhorar o carro da McLaren mais nem tanto, Alonso não curtiu.
  • Fernando Alonso impaciente e indeciso em qual opção escolher, continuar na McLaren Honda na F-1 ou ir para a F-Indy onde a McLaren terá um carro e uma equipe de ponta.
  • Renault afirma que será outra equipe após as Férias de Verão, as novas atualizações segundo eles se mostram promissoras.
  • Red Bull com novas atualizações da Renault e o trabalho árduo de Adrian Newey esperam recuperar o terreno perdido nestes 8 meses de F-1.
  • Mercedes focada em evoluir ainda mais e afastar de vez a chance da Ferrari pelo título dos Construtores e Pilotos.
  • Giovinazzi ou Leclerc poderão lutar por uma vaga na Sauber para ganhar quilometragem para em 2 anos terem uma chance na Ferrari.
  • Carlos Sainz Jr. entediado com a Toro Rosso e reclamando bastante, pode acabar é perdendo sua vaga para Gasly, que está trabalhando para tomar o lugar de Sainz Jr que deixa um clima ruim na equipe Toro Rosso.

 

 

Honda: “Com as novas atualizações Spec 4 poderemos ultrapassar o motor Renault.”

Por Dan Chandller by Honda F-1 Japan.

Depois de 3 anos na F-1, a Honda finalmente parece estar confiante no pleno desenvolvimento de sua unidade de potência. Conforme dados recebidos nas últimas corridas na F-1, o progresso apareceu nos números e as melhorias introduzidas na última atualização “Spec 3” deixou os Nipônicos felizes, Hasegawa, o Chefe da Honda na F-1 falou:

“Eu acredito que podemos melhorar ainda mais nossa potência, por enquanto ainda é difícil buscar Ferrari e a Mercedes, mas realmente queremos passar a Renault no quesito desempenho antes do final da temporada.”

A Honda, enquanto isso, está trabalhando na atualização “Spec 4” de sua unidade de potência e provavelmente se der tempo, irão testar na McLaren nos próximos 40 dias:

“Tenho uma grande confiança no nosso novo pacote, é difícil por enquanto sermos uma das três melhores equipes, mas continuamos trabalhando e focando na evolução do nosso motor” concluiu Hasegawa.

Brasil …. “Não haverá um novo Ayrton Senna.”

Por Carlos Frederico Pereira da Silva Gama.

 

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“Só pode haver um”

 

Desde o falecimento de Ayrton Senna em 1º de Maio de 1994, em Imola, Itália, a Fórmula 1 e o mundo do automobilismo ouviram falar de muitos “novos” Sennas, pretensos herdeiros da coroa do mais rápido piloto de todos os tempos.

 

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“Olha bem com quem vão me comparar, galera ….”

 

Alguns fizeram poles. Venceram GPs. Poucos disputaram o título mundial. E inclusive o venceram.

Todos fracassaram.

Por que?

Vejamos:

 

* Jan Magnussen *

 

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Em 1995, o jovem dinamarquês chegava à F1 com um cartel impressionante: acabara de superar o recorde de vitórias na F3 inglesa. Pertencente a …. Ayrton Senna.

O feito inspirou a lenda Jackie Stewart a fazer a temida comparação com seu desafeto brasileiro.

Hoje Magnussen é lembrado como o jovem pai do boquirroto segundo piloto da equipe Haas.

Ayrton não era Ayrton apenas nas categorias de base. Na F1, soube superar os próprios limites. Essa luta incessante ocuparia toda sua vida, apressando seu fim.

Já Magnussen teve sua trajetória abreviada pela escalada de expectativas.

 

* Rubens Barrichello *

 

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O melhor piloto brasileiro após a Era Nélson Piquet (Novembro/1991 em diante) foi imediatamente transformado (pela mídia) em herdeiro de Senna, após o trágico fim de semana em Imola. Ambos sofreram graves acidentes, mas apenas um voltaria ao cockpit na etapa seguinte, Montecarlo. Ambos mestres em corridas na chuva.

Barrichello, porém, se recusou a ser um apêndice do herói morto. Foi fiel a seus próprios passos.

A aura trágica de Senna ganharia, nas mãos de Barrichello, feições humanas. Imperfeições mais nítidas, vitórias menos épicas. E a Ferrari como protagonista de muitas vitórias e alguns vexames.

Com exceção de Hockenheim, 2000 ….

 

* Felipe Massa *

 

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Promissor e arrojado piloto de testes da Ferrari, Massa empolgou a imprensa italiana no começo do século 21 ao rivalizar com os tempos de Michael Schumacher. Um novo herói? Il Nuovo Senna?

Massa venceu 2 vezes o GP do Brasil, fez muitas poles (a última, 2014), disputou o título mundial.

Por 34 segundos, parecia o herdeiro adequado para a cadeira vazia. Ao menos para Galvão Bueno.

Ayrton, porém, não perdia frequentemente para companheiros. Com exceção de …. Alain Prost.

Já Massa foi superado por Nick Heidfeld, Giancarlo Fisichella, Kimi Raikkonen (2 vezes), Fernando Alonso (4 vezes) e Valtteri Bottas (3 vezes). Em 2017, Lance Stroll ameaça se juntar a essa lista.

 

* Bruno Senna *

 

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O filho de Viviane Senna Ayrton foi conduzido à F1 com a pompa de um futuro astro. Mesmo sem ter conquistado nenhum título no automobilismo.

A mídia apostou na analogia familiar. Bruno se deixou fotografar pilotando os carros do tio.

A comparação parou no sobrenome. Bruno não era bom de chuva e ficou atrás dos companheiros.

Pilotos como Pastor Maldonado, Vitaly Petrov e Karun Chandhok fizeram “Bruninho” penar.

Na Fórmula E, o piloto mantém discreta carreira, longe das conquistas.

Em 2015, ajudou o filho de Nélson Piquet a se sagrar o primeiro campeão da nova categoria ….

Ao contrário de Magnussen, “Bruninho” foi vítima das expectativas nostálgicas de seu sobrenome.

 

* Felipe Nasr *

 

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O último brasileiro a chegar à F1 foi o último a chegar com a expectativa de ser Der Neue Senna.

Bons desempenhos nas categorias de base, o apoio de importante banco brasileiro. E que mais?

Apesar dos bons desempenhos (inclusive na chuva de Interlagos) e de vencer o companheiro endinheirado nos dois anos em que esteve na Sauber, Nasr pouco fez para fazer jus à comparação.

Atualmente fora do grid, Nasr busca um cockpit, sem que alguém ouse lembrá-lo de comparações.

 

* Lewis Hamilton *

 

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O último dos herdeiros oficializados pela família Senna foi o único candidato a ser campeão mundial – e 3 vezes, como o próprio Ayrton. O Bad Boy da Mercedes venceu mais GPs do que seu ídolo de capacete amarelo. Inclusive em pista molhada. Mais importante: superou o recorde de 65 poles position no ano de 2017. Em breve, será o piloto com mais poles da história da F1.

Hamilton fez essas façanhas correndo a carreira toda com motores Mercedes e em equipes de ponta (além da fábrica alemã, a McLaren de Ayrton, só que pintada de cinza, vermelho e preto).

Esse dado crucial separa sua brilhante trajetória e a de Ayrton, que penou durante muitos anos com equipamento pouco competitivo ou de durabilidade questionável. Mesmo assim, fez história.

Não tinha carro suficientemente ruim para impedir que ele fizesse poles position (como a de Adelaide, 1993) ou para disputar a vitória até o fim em condições desfavoráveis (Mônaco, 1984).

Hamilton, um piloto brilhante, um dos melhores de sua geração. Ayrton era fora de série, da caixa.

 

* Max Verstappen *

 

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Como uma reedição de Jan Magnussen, o filho do presepeiro Jos Verstappen chegou à F1 incensado como futuro campeão mundial. Performances avassaladoras nas categorias de base lhe renderam o temeroso apelido de “Mad Max”.

Na F1, “Mad Max” estreou com uma ultrapassagem quase impossível sobre outro “Neue Senna”, Nasr, na pista predileta de Ayrton, Spa. Bateu muito, causou dor de cabeça aos companheiros de profissão. No fim do ano, estava à frente do talentoso Carlos Sainz Jr. na disputa na Toro Rosso.

No ano seguinte, premiado pelas batidas de Daniil Kvyat, Verstappen chegou à matriz Red Bull.

E venceu na estreia, em Barcelona. O mais jovem vencedor da história da F1.

Ao fim do ano, “Max Max” estava atrás do companheiro sorridente e beberrão Daniel Ricciardo em quase todas as estatísticas. Ficou aquém nos treinos oficiais, o critério #1 de futuros Sennas. O australiano largou mais vezes adiante (inclusive, 9 vezes seguidas) e obteve uma pole position.

Uma performance sensacional no dilúvio de Interlagos reacendeu as comparações ambiciosas.

Entretanto, em 2017, a distância na Red Bull aumentou. Ricciardo chegou a estar 60 pontos adiante, na metade do ano. Além de batidas memoráveis, Verstappen se notabilizou pelas reclamações em relação a seu equipamento. Enquanto Ricciardo se mantém no Top 5, “Mad Max” chegou a estar abaixo da Force India de Sérgio Perez.

Apesar do arrojo e técnica de Verstappen, há um abismo entre as suas performances e o mito brasileiro. Ayrton nunca comeu poeira de companheiros (nem mesmo de Prost) seguidamente. E diante de equipamento problemático, “Magic” respondia superando companheiros e expectativas.

O jovem Max tem tempo ainda para construir a própria trajetória, sem depender das mitologias.

O peso das comparações tem uma dimensão estética. A coisa mais bonita da F1 era ver Ayrton tentando se superar, unido ao carro, se projetando nas pistas. O contraste com os demais é forte.

Não vimos novos Picassos e Van Goghs depois dos originais. Tirando as falsificações. Então ….

 

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Red Bull: “Nossa temporada começará em Spa Francorchamps.”

Por Dan Chandller by Red Bull Racing.

Com Adrian Newey trabalhando 100% no RB-13/B, a Red Bull irá vir para o GP da Bélgica com um carro agressivo e totalmente revitalizado. A expectativa da equipe é que o seu campeonato comece agora, é um “reset” na temporada 2017.

Newey voltou a introduzir as peças incrivelmente flexíveis e que geram uma carga aerodinâmica incrível sem perder tanto em velocidade de reta, tal benefício já foi questionado pela Mercedes AMG F1 que acha ilegal, porém sem que tal reclamação surja efeito visto que as partes flexíveis passaram nos testes de carga e peso da FIA.

O Líder da Equipe Christian Horner falou sobre o novo campeonato da Red Bull:

“Estávamos atrasados em vista de onde queríamos estar, mas estamos trabalhando duro para chegar ao topo. Vamos começar a segunda metade da temporada com uma reinicialização e vermos o que poderemos conseguir nos próximos nove grandes prêmios” concluiu Horner.

“Rádio Paddock …. As últimas notícias e rumores da F-1.”

Por Dan Chandller.

 

  • Ferrari levou mais evoluções que a Mercedes para a Hungria, novos defletores, asa dianteira, assoalho e testou um novo difusor que devem usar em Spa Francorchamps.

 

  • Kubika disse que sim, quer voltar a F-1 depois do teste satisfatório na Hungria.

 

  • Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen com nada resolvido sob novos contratos com a Ferrari.

 

  • Leclerc chamou a atenção da Ferrari, visto do belo desempenho no teste e no conhecimento do SF-70H.

 

  • Landon Norris na McLaren é visto como o novo prodígio da F-1 , como Vettel e Verstappen.

 

  • Ferrari não se interessa pela Fórmula E, o grupo FCA está estudando entrar mas com outra marca, visto que foge ao modelo de negócio da Scuderia Ferrari.

 

  • Nada decidido da vida e seguimento na carreira de Fernando Alonso, proposta certa mesmo é continuar a ser piloto da McLaren na F-1 e na F-Indy onde a McLaren irá montar sua equipe própria com o apoio da Andretti Racing.

 

  • Williams sem perspectiva de melhora ainda neste ano de 2018, junto da HaasF1 estão buscando produzir o carro de 2018.

 

  • Toto Wollf e Niki Lauda foram contra Lewis Hamilton ceder a posição para Valteri Bottas, gerou um “climão” dentro da equipe, mas Lewis Hamilton não quis nem saber e cumpriu com sua palavra.

 

  • Dr. Hemult Marko cobra novamente mais agilidade no desenvolvimento dos motores Renault.

 

  • A Honda irá levar para Spa e as próximas corridas atualizações do seu motor que será denominada “Spec 4”, em um primeiro momento o motor ganhará 15 cv a mais de potência, e nos próximos 20 a 30 dias mais 25 cv, totalizando 40 cv a mais de potência, com essa melhoria e se mostrar confiabilidade, o motor Honda poderá se equiparar a unidade de potência da Renault.

 

  • Toro Rosso e Honda ainda continuam em conversações, podem fechar um acordo e a Toro Rosso passar a ser um laboratório da Honda, mas a Red Bull não está tão animada assim.

“Confiante, Honda irá levar a nova atualização (Spec 4) do seu motor em Spa Francorchamps com um ganho de 40 cv”.

Por Dan Chandller.

Depois de um ganho de potência estimado em 40 cv, e um ótimo resultado no Grande Prêmio da Hungria onde a equipe McLaren demonstrou que tem um carro com um ótimo chassis, a montadora Japonesa Honda, confirmou que irá trazer novas atualizações do seu motor nas próximas corridas da Fórmula 1. O novo e melhorado mecanismo secreto na atualização “Spec 3” diminui a vibração e demonstrou confiabilidade e um melhor desempenho até agora.

A especificação “4” que será introduzida, irá trazer mais 15 cavalos de potência para o carro McLaren MCL-32, e especulam-se que ao longo de 40 dias se somará ainda a mais 40 cv da versão anterior.

O Diretor da McLaren Eric Boullier comentou sobre os updates da Honda:

“Nós precisamos disso, se não atrapalhar a confiabilidade, nós precisamos ainda mais de potência” concluiu Boullier.

Sebastian Vettel teve muita Sorte…. “A Ferrari teve problema no Braço da Direção e no Guia Hidráulico.”

Por Dan Chandller by Scuderia Ferrari F-1.

O azar que o piloto Alemão da Ferrari Sebastian Vettel teve em Sivlerstone, com uma largada desastrosa e um furo lento em seu pneu dianteiro esquerdo, todo aquele azar se transformou em uma “grande sorte” no grande prêmio da Hungria de F-1.

Sebastian Vettel na volta 25 começou a sentir o carro puxando demais para a “direita” fazendo ele forçar o carro para a “esquerda” comprometendo sua volta rápida em torno de 0,5 segundo.

Um problema com o braço de direção, mais o guia hidráulico da direção tornou complicada a corrida de Sebastian Vettel, quase tirando de suas mãos uma vitória tranquila.

O problema não dava para ser detectado pela telemetria do carro, assim em tempo a competente nova Engenharia da Ferrari o norteou para que evitasse forçar o carro nas zebras, o que no final fez com que Sebastian Vettel conseguisse uma vitória bem complicada visto de tal problema.

É a sorte e o trabalho competente de Vettel e dos Engenheiros em analisar rapidamente uma solução para o problema, tal sorte voltando para a Scuderia Ferrari F-1.

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